Como pilotar na trilha ou na estrada em grupo

admin | Sem Categoria | Segunda, 5 de Novembro de 2007

1. Verificação das máquinas:
A primeira situação a verificar no caso da condução em grupo é o estado das motos. Devem verificar-se se estão devidamente equipadas, se não têm pneus “carecas”, e se não apresentam condições propícias a acidentes. E se em grandes grupos por vezes não se conhecem todos os elementos, não é ter atitude de “fiscal”, mas há que ter a certeza que os seguros estão em dia. Afinal, nunca se sabe o que pode acontecer pelo caminho.

2. Itinerário:
Não há nada pior na estrada ou na trilha do que não sabermos onde estamos, aonde vamos e por onde vamos. Criam-se situações em que os motociclistas estão demasiado ocupados a olhar para as direções que os outros estão a tomar, e descuidam das regras de segurança no trânsito. Resultado: grandes probabilidades de acidente. Faça um itinerário detalhado e distribua. Também é aconselhável uma cópia do mapa de estradas da zona com o percurso assinalado. Apesar de uma viagem em grupo não ser um «Dakar» também é aconselhável a elaboração de um «road-book», em que se assinalam as mudanças de direção. Convém prever as principais paradas e assinalá-las também.

3. Ultrapassagens:
Se o trânsito não se apresentar denso, as ultrapassagens processam-se em grupo e apenas nas áreas do trajeto em que existe uma boa visibilidade. Sempre deixe a moto da frente chegar à nova posição antes de se iniciar outra ultrapassagem por parte de outro elemento.

4. Distâncias de segurança:
Não siga a moto da frente demasiado perto. Guarde a «distância de segurança» necessária para evitar cenários mais negros. É uma regra de ouro, principalmente se o piso estiver úmido e/ou escorregadio.

5. Prever manobras:
Ao chegar a um local de mudança de direção use os piscas e não hesite em dar pequenos toques no freio. Assim acende a luz que previne os restantes que algo se está a passar. No caso de obstáculos como gravilha ou pedras faça movimentos com os braços avisando.

6. Vigia mútua:
Se estiver no grupo que segue mais à frente, não deixe de «vigiar» os motociclistas que estão atrás. Existem situações inesperadas como furos ou falta de combustível. Assim evitam perder-se uns dos outros. Aos que vão no grupo de trás aconselha-se que avisem os outros que algo inesperado lhes está a acontecer através de sinais de luzes e acenando o braço.

7. Condução em escada:
No caso das retas aconselha-se a condução em escada. Ou seja, na mesma via, uma moto do lado esquerdo, outra no direito, depois novamente uma à esquerda e outra no direito e por aí em diante. O líder do grupo deve estar à esquerda para visualizar melhor a frente e a retaguarda. Nas frenagens bruscas e urgentes, cada um deve manter-se no seu lado para permitir maior margem de manobra.

8. Olhar em frente:
Apesar de ser um grupo, não mantenha os olhos nas rodas da moto que lhe precede. Se o moto da frente cometer um erro, você junta-se a ele na asneira ou no acidente. Olhe em frente. Mantenha atenção à estrada e um campo de visão abrangente. Nas curvas, as regras de condução são as normais para permitir que cada um escolha uma boa trajetória. Devem então seguir em fila indiana.

9. O Celular:
É sempre aconselhável possuir um desses aparelhos modernos que permitem a fácil comunicação em qualquer local. Em caso de acidente pode-se facilmente obter socorro, e no caso de alguém se perder terá sempre um meio de contato. Ao distribuir o itinerário, tenha o cuidado de indicar um número onde o líder esteja contatável para qualquer eventualidade.

boa viagem…

Texto extraido do site Trilha do Verde

COMO ESCOLHER O CAPACETE IDEAL

admin | Sem Categoria | Segunda, 5 de Novembro de 2007

Veja aqui capacetes a preços incríveis

1.. Segundo os principais construtores todos os capacetes devem ser substituídos após 5 anos de utilização.

2.. O estado dos interiores do capacete é tão importante em termos de segurança como o seu exterior.

3.. Compre um capacete homologado e de qualidade.

4.. A diferença básica entre os capacetes de policarbonato e os de materiais compostos é que estes últimos são mais resistentes a impactos violentos.

5..Os tamanhos podem variar entre fabricantes e entre modelos, a dica básica é medir a circunferência da cabeça na altura da testa. (ex: minha cabeça mede 56cm, esse será o número do capacete na hora da compra capacete tamanho 56)

6.. Compre um capacete que lhe esteja justo mas que não lhe aperte. O uso irá “alargar” com o tempo o interior do capacete.

7.. A higiene é importante no capacete. Com o tempo, pequenos organismos alojam-se no forro por isso prefira capacetes com forro removível. Lave-os com frequência. Imagine o que é usar a mesma roupa interior sem a lavar durante um ano.

8.. Todos os capacetes das principais marcas têm garantia. Informe-se no agente autorizado.

9.. Prefira marcas e modelos que lhe garantam peças e acessórios de substituição.

10.. Nem sempre o fator preço é sinônimo de qualidade superior.

Dicas extraídas do site Trilha do Verde

CONHEÇA A TRILHA DO VERDE - SP

admin | Sem Categoria | Segunda, 5 de Novembro de 2007

A trilha do verde nasceu através do fechamento da reserva da SABESP, onde funcionários tiveram que se embrenhar na mata para demarcar todo território pertencente á empresa. Foi aí que, a princípio, surgiu o “PICADÂO”, nome dado por funcionários e moradores do Morro Grande. A trilha é um circuito dividido em quatro partes, sendo separadas em trechos urbanos, totalizando aproximadamente 100 km de pura emoção e adrenalina! É considerada uma das mais completas pelos amantes do OFF ROAD, por ter todos os tipos de obstáculos e terrenos como, lama, terra, atoleiros, subidas e descidas muito íngremes, onde requer muita habilidade do piloto, seja ele jipeiro, motociclista ou ciclista. O maior volume de praticantes na trilha do Verde é de finais de semana, onde passam por ali amadores e profissionais procurando o aperfeiçoamento do esporte e também uma terapia contra o stress do dia-a-dia.

A trilha do Verde já foi palco de inúmeras provas e etapas de campeonatos ligados ao Jeep Clube do Brasil, Jeep Clube de Cotia, Jeep Clube da Granja Viana, Confederação de Motociclismo e outras, como uma das etapas da Copa Sudeste de Enduro de Jeep. Já passaram pela trilha, nomes famosos do mundo dos esportes como, o norte americano Gene Fireball e o campeão do Paris-Dakar, categoria até 400 cc Juca Bala.
Fatos curiosos também serviram para dar mais emoção na história dessa trilha, como, por exemplo, o nome dado a uma das partes da trilha do Verde, que é o “Buraco do Camel”.Em 1985 a dupla brasileira que participou do famoso Camel Trophy, recebeu o até então desconhecido Land Rover a onde vieram testar o novo Jeep.

A trilha por apresentar atoleiros de alto nível de dificuldade, seria uma ótima opção para aquela ocasião, mas a dupla não imaginava de que se tratava do “bravo” Verde e atolaram mesmo. Quem sabe isso tenha ajudado na vitória da dupla naquele ano em Borne, onde receberam o mais cobiçado prêmio. As margens da trilha você também encontra construções de séculos passados, como o Museu do Padre Inácio, e a estação de trem de Caucaia do Alto ea barragem da Sabesp no Morro Grande e tantas outras maravilhas que a natureza fascinante do local proporciona

mais detalhes e fotos no site:
www.trilhadoverde.com.br